~"No cap. de 15 de junho de 2026, EP.25":
"Defesa Proibida"
Tom surge contra Adriana - Pedro depõe por ela; sentimento escapa no tribunal.
Cléber alertando Pedro: ao lembrar que ele ainda pode defender Adriana como testemunha de acusação, Cléber abre uma alternativa para que Pedro não fique totalmente fora do julgamento. A consequência é que Pedro, mesmo afastado da defesa formal, permanece ligado ao caso e encontra uma forma de continuar atuando em favor de Adriana diante da acusação pela morte de Arthur.
Tom como testemunha de acusação: quando Tom é anunciado no tribunal, Adriana é surpreendida e a acusação ganha uma nova frente contra ela. A entrada dele aumenta a pressão sobre a personagem e torna o julgamento mais desfavorável, já que outra voz passa a sustentar o campo acusatório.
Pedro defendendo Adriana: ao usar seu depoimento para favorecê-la, Pedro tenta reduzir o peso das acusações e interferir na forma como Adriana é vista no processo. A consequência é que sua presença deixa de ser apenas técnica ou processual e passa a influenciar diretamente a disputa em torno da imagem dela no tribunal.
Vínculo afetuoso: a postura de Pedro durante o depoimento revela uma proximidade com Adriana que ultrapassa a estratégia jurídica. Esse vínculo torna sua atuação mais ambígua, porque a defesa aparece misturada ao envolvimento pessoal, expondo diante dos presentes que sua permanência no julgamento também tem uma dimensão emocional.
Efeito geral no julgamento: enquanto a acusação reúne novas vozes, Pedro ocupa uma posição incomum: não conduz oficialmente a defesa, mas continua funcionando como contraponto dentro do tribunal. Com isso, o julgamento deixa de ser apenas uma disputa sobre a morte de Arthur e passa a evidenciar também as alianças, os afetos e os riscos que cercam Adriana.